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Tentando repetir feito conquistado 20 anos Atlético de Cajazeiras recebe Botafogo.

  • Foto do escritor: Wagner gomes
    Wagner gomes
  • 3 de fev. de 2022
  • 1 min de leitura

Em julho de 2002, o Trovão Azul erguia pela primeira e única vez taça de campeão paraibano, após superar crises internas e derrubar gigantes na luta pelo título

Foi no dia 28 de julho de 2002 que o Atlético de Cajazeiras conquistou um inédito título estadual sem sequer precisar entrar em campo para o jogo decisivo. A vitória por WO sobre o Campinense garantiu a histórica taça ao Trovão Azul. A conquista, no entanto, é até hoje contestada pelo Botafogo-PB, uma vez que, de acordo com o Belo, o goleiro Alonso, da equipe atleticana, havia jogado o campeonato inteiro sem contrato, logo, de forma irregular, o que abriu precedentes para a disputa ir parar na Justiça.

O Atlético-PB daquele ano vinha de um péssimo momento interno, pautado por crises financeiras e administrativas que culminaram na renúncia do então presidente do clube, o padre Francivaldo do Nascimento Albuquerque. De acordo com relato do professor e Reudesman Lopes, o Trovão Azul à época era um clube praticamente abandonado, que não tinha sequer uma diretoria para guiar os rumos da agremiação. Quem assumiria as rédeas da diretoria executiva atleticana? O treinador da equipe, Tassiano Gadelha.

Não é novidade que recorrentemente os regulamentos de disputa do Campeonato Paraibano são alvo de contestações dos torcedores e desportistas do estado. Aquele estadual, talvez, foi o que teve a formatação mais incomum na centenária história do futebol tabajara. A primeira fase, por exemplo, não contou com dois dos mais tradicionais times do estado: Botafogo-PB e o atual campeão Treze, que disputavam, naquele tempo, a Copa do Nordeste.

 
 
 

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